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12.08.25
Alpek Polyester apresenta tecnologia e avanços no PET Talk 2025
Inovação e sustentabilidade estiveram no centro da participação da Alpek Polyester no PET Talk 2025, maior evento da América Latina dedicado à cadeia do PET, promovido pela ABIPET. Representada por Rita Depiatti, da área de assistência técnica, e Irineu Costa Santos, de vendas, a empresa apresentou novidades em reciclagem química e atualizações regulatórias essenciais para o mercado.
Em sua apresentação, Irineu abordou a SPT Technology, patente da matriz mexicana do grupo, que utiliza glicólise para produzir a B90R – resina com até 20% de conteúdo reciclado. Já Rita detalhou os avanços regulatórios, incluindo a RDC 843/2024 da Anvisa e a revisão da norma do Mercosul (GMC 30/07), que viabilizarão a produção de resina reciclada com grau alimentício (food grade).
“Após alguns anos de estudo e trabalho contínuo, foi uma honra participar de um evento tão importante como este, anunciando as novidades da reciclagem química no Brasil e de novos Regulatórios envolvendo a nossa futura resina B90R. Pudemos explicar melhor a linha de tempo e todos os passos que estamos trabalhando a fim de regulamentar esta tecnologia junto à Anvisa e Mercosul. Como foi uma novidade, senti todos muito interessados neste tema tão importante para o mercado e tenho certeza que este produto será um grande sucesso de venda”, disse Rita.
Notícias
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6 de janeiro de 2022
Transporte de PET aos clientes locais é...
A Alpek Polyester iniciou neste mês de janeiro o monitoramento do envio do PET para os clientes locais. Os caminhões silos que fazem o transporte desse produto foram equipados com câmeras e GPS, permitindo a verificação em tempo real da carga. A iniciativa visa evitar incidentes e manter a qualidade do produto entregue, sem gerar custo extra para a companhia. Todos os meses a companhia transporta em média 7 mil t de PET em 250 viagens rodoviárias para clientes do Cabo e de Ipojuca. Lourival Rosa, responsável pela Logística, explica que esse monitoramento foi incluído na renovação do contrato da empresa Aranão Transportes Rodoviários e, por isso, não gerou custo extra para a companhia. “A partir deste novo serviço que incluímos no contrato da transportadora, teremos total rastreabilidade da nossa carga de PET e, ainda, evidências importantes para possíveis não conformidades identificadas durante a operação”, completou. Além das imagens fornecidas pelos veículos, está em fase de implementação câmeras de bordo para os motoristas desses caminhões, resultando no monitoramento de todo o processo de envio. As imagens captadas ficarão armazenadas no servidor da transportadora por 60 dias. De acordo com Marcelo Melo, integrante da Logística e um dos responsáveis pelo projeto, o tempo de retenção é suficiente. “Boa parte dos nossos clientes utilizam a mercadoria no mesmo dia em que recebem. Caso seja identificada alguma não conformidade com o produto, teremos acesso as imagens, sem a necessidade de nos deslocarmos até o cliente em questão”, disse. Monitoramento para o PTA – A próxima etapa do projeto prevê a implementação do monitoramento de cargas para o PTA e também para o Ácido Acético, que um dos principais insumos do PTA. Marcelo adiantou que esses dois monitoramentos serão tratados na renovação dos contratos das duas empresas responsáveis e que os trâmites já foram iniciados. “Essa é uma questão importante que dialoga com a qualidade do produto e a produtividade das nossas equipes”, ponderou o integrante. LER MAIS
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