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  • 15.06.21

    Alpek Polyester promove adequação à Lei de Proteção Geral de Dados

    A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) regulamenta – desde agosto de 2020 - qualquer a...
  • 29 de maio de 2021

    Fios de PET são doados para programa de...

    O Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) está realizando pesquisa de análise de mudanças no volume e propagação de fissuras em solo expansivo com Alpek Polyester, que destinou 45 quilos de fios de PET para a viabilização do estudo. O objetivo é descobrir uma fibra que, misturada ao solo, reduza a pressão da expansão e absorva a tração, evitando rachaduras/aberturas. A iniciativa faz parte da tese de doutorado da aluna Aline Kátia Silva, orientanda do professor Silvio Romero de Melo Ferreira, titular do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, Universidade Federal de Pernambuco. A pesquisa também tem a intenção de aproveitar o material que está sendo desenvolvido na proteção de encostas, na cobertura de aterros sanitários e na pavimentação de ruas. O estudo já utilizou cinzas de casca de arroz, fibras de coco e de pneus, mas nenhum obteve um resultado pleno. “A cinza da casca do arroz foi o nosso melhor resultado, mas a logística deixou o projeto inviável, pois a fonte dessa matéria-prima fica no interior do estado. Com a chegada dessa fibra de PET vamos começar uma nova fase de trabalho e todos os aspectos serão observados”, explicou o professor Silvio Romero, revelando que os estudos práticos acontecem na cidade do Paulista, também na Região Metropolitana do Recife. Ademilton Moreira, responsável pela Produção PET, explicou que esse fio de polímero é gerado quando as máquinas peletizadoras – Chippers - são liberadas para manutenção ou “purga” dos filtros de polímero. “O material não pode ser utilizado na fabricação no ramo alimentício, mas é aproveitado juntamente com a borra (pasta) na reciclagem para produção de vasilhames, a exemplo de baldes”, explicou. Ele disse ainda que a pesquisa conduzida pela UFPE é importante e pode até criar – no futuro- um novo tipo de destinação para esse material produzido aqui na empresa. LER MAIS
  • 14 de janeiro de 2021

    Alpek Polyester amplia portfólio global...

    A partir do primeiro trimestre de 2021, a Alpek Polyester começará a produzir uma nova resina para uso em aplicações de embalagens PET de águas, óleos comestíveis, alimentos, lácteos, cosméticos, produtos de limpeza e lâminas. Trata-se do primeiro item do portfólio global da companhia, que será produzido na planta da Alpek Polyester no Brasil, a PQS, localizada em Ipojuca (PE). Comum na América do Norte, a resina Laser+ ® E60A possui características que se assemelham às resinas atualmente oferecidas no Brasil, entretanto oferece vantagens técnicas que podem substituir as atuais resinas fornecidas no mercado interno, sendo um produto mais versátil e que permite atender uma ampla gama de aplicações. Por esta razão, o objetivo é substituir durante o próximo ano, duas das resinas atualmente produzidas no Brasil (MW e CSD) pela Laser+ ® E60A.  “A iniciativa faz parte de um processo corporativo de padronização de produtos, que tem como objetivo fornecer produtos globais e simplificar a oferta, facilitando a operação dos clientes e oferecendo maior segurança no abastecimento”, explica Felix Lavin, vice-presidente da Alpek Polyester na América do Sul e diretor do negócio no Brasil. “A iniciativa faz parte de um processo corporativo de padronização de produtos, que tem como objetivo fornecer produtos globais e simplificar a oferta, facilitando a operação dos clientes e oferecendo maior segurança no abastecimento”, explica Felix Lavin, vice-presidente da Alpek Polyester na América do Sul e diretor do negócio no Brasil. Ao longo dos anos, a Alpek Polyester desenvolveu um número significativo de produtos em seu portfólio de Resinas PET. De acordo com o diretor comercial da América do Sul, Emilio Larrañaga, agora a companhia trabalha para otimizar essa carteira oferecendo opções mais modernas que reúnem mais vantagens em um único produto. “Por se tratar de um item produzido em escala global pela Alpek Polyester, o comprador brasileiro passará a contar com maior garantia de fornecimento, uma vez que o produto também é feito em outras unidades do Grupo”, afirma. Ao longo dos anos, a Alpek Polyester desenvolveu um número significativo de produtos em seu portfólio de Resinas PET. De acordo com o diretor comercial da América do Sul, Emilio Larrañaga, agora a companhia trabalha para otimizar essa carteira oferecendo opções mais modernas que reúnem mais vantagens em um único produto. “Por se tratar de um item produzido em escala global pela Alpek Polyester, o comprador brasileiro passará a contar com maior garantia de fornecimento, uma vez que o produto também é feito em outras unidades do Grupo”, afirma. A substituição total das resinas MW e CSD pela Laser+ ® E60A obedecerá a um cronograma que será divulgado, em breve, pela PQS. No entanto, a nova resina já está disponível para testes iniciais, e adicionalmente o produto já possui a homologação para contato com alimentos perante às autoridades sanitárias do Mercosul, União Européia e Estados Unidos. A ALPEK POLYESTER – companhia pertencente ao grupo mexicano Alpek, que atua no segmento de Poliéster operando industriais nos Estados Unidos, México, Canadá, Brasil, Argentina e Reino Unido. É produtora de resina PET a nível global e a maior produtora de PTA (ácido tereftálico purificado) no continente americano. Em 2018, adquiriu no Brasil a PQS, complexo formado pela PetroquímicaSuape e pela Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (CITEPE), localizado em Ipojuca-PE, onde são produzidos o PTA, a resina PET e filamentos têxteis. LER MAIS
  • 13 de janeiro de 2021

    Aplicativo vai monitorar veículos nas o...

    A Alpek Polyester utilizará o sistema de rastreamento da transportadora GAFOR para monitorar os veículos envolvidos nas operações de PTA. A partir dessa parceria, será possível visualizar em tempo real a localização de cada caminhão, permitindo assim que os nossos clientes recebam informações atualizadas sobre a carga através do aplicativo Sascar. A torre de controle – que já está sendo testada internamente – será um diferencial logístico na entrega da programação diária da companhia. A Indorama, que será o primeiro cliente a utilizar o aplicativo, aguarda apenas adequações internas para iniciar o uso do novo sistema. De acordo com o responsável pela área de Logística Externa, Lourival Rosa, além do ganho de transparência nas operações com os clientes, a torre de controle impulsionará o nosso planejamento operacional no que diz respeito ao carregamento de veículos na Planta, reduzindo também a espera desses caminhões. O aplicativo vai ajudar no gerenciamento dos eventuais gargalos operacionais, tornando o tempo de resposta das nossas equipes mais curto e, principalmente, com um resultado mais eficiente. “A companhia não precisou investir para utilizar a torre de controle, visto que a tecnologia já tinha sido desenvolvida pela própria transportadora. “O portal já está pronto e cada operador e cliente terá uma senha para acessar. No entanto, em um segundo momento, vamos tentar unificar os sistemas. A TI já foi envolvida no processo para verificar junto à empresa essa possibilidade”, explicou. Para José Leandro, integrante da área de Logística Externa que está à frente desse processo, esse sistema é bem simples e permite que todos acessem de forma simultânea. “Os primeiros testes internos realizados na Alpek Polyester já proporcionaram uma evolução de 80% no processo operacional”, destacou o integrante. LER MAIS
  • 20 de outubro de 2020

    Alpek Polyester doa 13 mil máscaras fac...

    Em uma ação institucional da Companhia, alinhada com os princípios e valores empresariais, fornecemos quase 9 toneladas de resina PET para o projeto “Empresas do Bem”. A iniciativa teve como objetivo a fabricação e doação de 150 mil máscaras do tipo face shield em todo o Brasil. Do total de mascaras produzidas, 13 mil unidades foram destinadas a Pernambuco, sendo 10 mil para a rede pública de saúde do Estado e 3 mil para as secretarias de saúde dos municípios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, cidades que circundam nossas instalações. A Alpek tem compromisso com as pessoas e as comunidades onde atua. Além disso havia um alinhamento de nossa causa com a de alguns clientes e fornecedores. Por isso, nos orgulhamos de poder contribuir com essa iniciativa, que uniu a cadeia produtiva do plástico em benefício da sociedade, disse Félix Lavin. O primeiro lote chegou na última sexta-feira (5/6) e foi entregue na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, órgão que controla o recebimento das doações ao Estado. O material foi produzido pela Termocolor, cliente da PQS, que também aderiu ao projeto. “Quando soubemos do projeto Empresas do Bem, logo identificamos uma alta demanda por resina PET, uma das matérias-primas dessa máscara. E foi aí que apresentamos internamente o projeto”, lembra Luis Bittencourt. Segundo o representante da secretaria de desenvolvimento econômico, as parcerias com a iniciativa privada estão sendo fundamentais para as ações de enfrentamento à propagação da doença. “Em três meses de pandemia, já são quase 1 milhão de itens doados ao Estado pela iniciativa privada. Essas 10 mil máscaras serão disponibilizadas para as equipes de saúde e segurança que estão na linha de frente, cuidando da nossa população”. Empresas do Bem - Além da Alpek Polyester e da Abinfer, o projeto conta com o apoio do Grupo Astra, Basf, Braskem, Activas, Metagal, Whirlpool, Abiplast, Adirplast, Funorte, Ciesp Jundiaí, Plásticas em Revistas, Termocolor, Elásticos Especiais, Howden, Mauá Sul, BWB, Focus, Printi, Plascomcor, Portal Plástico Virtual, Rotary Club de Jundiaí, Sinplasti e Usifer. A ação reuniu um total de 26 apoiadores, entre empresas e associações, ajudando a suprir a alta demanda do momento. O projeto faz parte de uma iniciativa maior chamada de “Projeto Face Shield”, capitaneado pela Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (ABINFER), onde tudo é realizado na base da colaboração. E cada empresa fez a sua parte. LER MAIS
  • 20 de outubro de 2020

    Recorde de vendas e produção no mês d...

    Apesar das incertezas geradas pela pandemia e as alterações de comportamento do consumidor provocados pelas medidas de isolamento social, a Alpek Polyester no Brasil bateu recorde de vendas de PTA e PET no mês de agosto. Acompanhado pelo crescimento das vendas, demandado pelos clientes, a produção de PTA também atingiu nível inédito, alcançando recorde histórico desde a partida da planta. A produção de PET foi a maior desde maio/2018. Somadas, a produção de PTA, PET e DTY no mês de agosto encerrou próximo das 100.000 toneladas. O volume total de vendas de PET foi impulsionado pelo aumento nas exportações, que superou as 17.000 toneladas. O consumo doméstico de PTA cresceu em relação ao trimestre anterior, demandado pelo nosso principal cliente no Brasil. As vendas de DTY encerraram o mês com volume próximo do recorde histórico, alcançado no mês de julho (3,9 mil toneladas). Esse resultado demonstra a capacidade de realização de todas as equipes envolvidas nos processos de atendimento e satisfação dos clientes, nos processos produtivos e nos processos de apoio e suporte especializados. Todos direcionados para o alcance da excelência e criação de vantagens competitivas necessárias para a sustentabilidade do negócio. LER MAIS
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