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  • 25.05.22

    Plantio de espécies nativas é iniciado na área industrial

    Com objetivo de impulsionar a conexão entre o ambiente industrial e a natureza, a companhi...
  • 25 de maio de 2022

    Alpek Polyester apoia a campanha Maio Am...

    A companhia promove durante todo o mês de maio ações de conscientização sobre as boas práticas no trânsito, dentro e fora da organização. Iniciativa que faz parte do “Maio Amarelo”, movimento que chama a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. Em 2021, foram 11.647 mortes no trânsito apenas no Brasil, ou seja, a cada dia, 32 pessoas perderam a vida em acidentes, segundo o Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (RENAEST). Por isso, a partir de dinâmicas e DDSMSs, a Alpek Polyester amplia o debate sobre o tema e reforça a cultura da segurança para integrantes e prestadores de serviços. Para Ricardo Venancio, responsável pela área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS), o Maio Amarelo traz uma importante reflexão sobre as nossas atitudes no trânsito, seja como condutor ou pedestre: “Assim como nas demais questões ligadas à segurança, o comportamento seguro faz toda diferença e pode salvar vidas. Após diversas campanhas educativas, atualmente, todos sabemos os riscos de dirigir falando ao celular, mas fazer ou não é uma questão de escolha”. Ele reiterou a importância de analisar os riscos de cada atividade e do respeito às normas de segurança: “Muitas vezes não valorizamos a sinalização interna de trânsito, o que pode causar acidentes”. Algumas atitudes tornam o ambiente de trabalho mais seguro: utilizar a faixa de pedestre para atravessar, caminhar pela área segura, bem como evitar o uso do celular ao se deslocar. Os motoristas devem ter um atenção maior com o limite de velocidade e os locais destinados ao embarque e desembarque de passageiros. De acordo com Ylanna Paes, líder de Segurança Industrial, as regras de trânsito são as mesmas dentro e fora da companhia, visto que não dá para flexibilizar quando o assunto é a integridade física das equipes: “Esperamos que essa campanha conscientize as pessoas fora da organização, visto que a nossa cultura de segurança também foi pensada para as famílias”. LER MAIS
  • 25 de maio de 2022

    Companhia irá monitorar todas as cargas...

    A área de Logística iniciou o processo de contratação de uma plataforma que irá monitorar todas as cargas despachadas pela companhia. O rastreamento será feito pela empresa americana Project 44 e acontecerá nas modalidades rodoviária e marítima. Assim que estiver funcionando, o novo sistema trará um ganho de produtividade para as equipes e, espera-se, ainda, uma redução de custo para organização. Lourival Rosa, responsável pela Logística, pontou que com a chegada do software essas informações poderão ser acessadas por qualquer pessoa da companhia. “A maior vantagem será o aumento da confiabilidade em nossa operação, visto que será possível obter informações em tempo real sobre as cargas enviadas, um recurso utilizado bastante utilizado pelo varejo mundial. O software dispõe de uma inteligência artificial que integra previsão do tempo e outros tipos de imprevistos no trajeto, a exemplo de alteração da rota de um navio. Dessa forma, teremos um monitoramento mais eficiente e um trabalho interno mais fluido”. Marcelo Ricardo e Breno Buenafina, integrantes da Logística e responsáveis pelo projeto, explicaram que a companhia já estava em busca de um software completo de rastreamento, mas o impasse era a falta de integração entre os modais. “Descobrimos o sistema em uma feira do setor que aconteceu em São Paulo e logo compramos a ideia”, disse Marcelo. Ele ressaltou que as funcionalidades apresentada pela empresa norte americana vão trazer diversas vantagens para a operação da nossa organização. “A plataforma é intuitiva e nos permite configurar alertas específicos que vão contribuir para uma rápida tomada de decisão”, reforçou Breno. A expectativa que é a nova plataforma de rastreamento de cargas comece a funcionar ainda neste semestre, sem a necessidade de integração imediata com os demais sistemas da companhia. Assim que o rastreio da fase marítima for iniciado, a área começará a implementação da ferramenta para o monitoramento dos transportes rodoviários, o que requer um trabalho mais integrador com as terceiras que atendem à companhia. LER MAIS
  • 13 de maio de 2022

    Companhia foca em ações para obter Cer...

    ​​​​​​​A fim de certificar a resina PET produzida pela Alpek Polyester no Brasil para clientes do segmento alimentício, a Alpek Polyester tem como foco, este ano, a implementação da Food Safety System Certification (FSSC 22000) que, em português, significa Certificação de Sistema de Segurança de Alimentos. Liderada pelo setor corporativo de Qualidade, a iniciativa tem o objetivo de integrar todas as plantas do grupo nesse mercado, trazendo mais credibilidade para o produto brasileiro. A FSSC 22000 é reconhecida internacionalmente, inclusive pela Global Food Safety Initiative (GFSI) - organização sem fins lucrativos gerenciada pela Consumer Goods Forum, rede global da indústria composta por 400 grandes varejistas, fabricantes e provedores do setor. A área de Sistemas de Gestão Integrado (SGI), que desde o final do ano passado agrega também a área de Qualidade Assegurada, já iniciou a implementação da certificação com apoio de uma consultoria especializada. Foram realizadas ações como a auditoria de diagnóstico, treinamentos da força de trabalho e a reestruturação da Equipe de Segurança de Alimentos (ESA). Multidisciplinar, a equipe é composta por integrantes de diversas áreas da companhia que, juntos, terão o papel de trabalhar nas exigências para a certificação e dar suporte à disseminação de informações sobre o tema para toda a empresa, a fim de todas as áreas estejam cientes e apoiem esse objetivo.  “A FSSC 22000 impulsionará os negócios de PET na planta brasileira, visto que ela permitirá que a resina aqui produzida seja distribuída para clientes internacionais na área de alimentos. Além de oferecer mais segurança para os nossos clientes, a certificação será essencial para estabelecer a liderança da resina PET da Alpek Polyester no Mundo”, explicou Andrea de Araújo, responsável pela área de SGI e Qualidade. Segundo ela, o diagnóstico foi o ponto de partida desse trabalho, que deve se estender até o final deste ano. “Avaliamos o grau de aderência às normas e o que seria necessário para atendê-las. Também treinamos nossas equipes para conhecimento e aplicação dos requisitos legais. Por fim, investimos na ESA para focar no atendimento aos pré-requisitos normativos”, explicou. LER MAIS
  • 15 de março de 2022

    Companhia contrata frota exclusiva para ...

    Para melhorar a performance de atendimento dos clientes locais de DTY, a área de Logística iniciou no mês passado a distribuição de DTY no Nordeste por meio de uma frota dedicada para os clientes desse segmento. Com isso, será possível atender esses clientes em um raio de 300 quilômetros, contemplando os estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. A medida reduz a possibilidade de atrasos, oferecendo mais agilidade nas entregas dessa região “Just in Time”. No primeiro mês, a iniciativa contou com um caminhão, mas o contrato com o fornecedor de transportes prevê até três veículos/mês. A expectativa é realizar 22 viagens por mês em cada veículo contratado para essa finalidade, considerando apenas dias úteis. O projeto foi concebido para atender a alta de demanda de vendas locais impulsionadas pela pandemia, pois a maioria desses clientes não dispõem de estoque em suas fabricas, e quando adquirem a mercadoria, precisam rapidamente do produto. De acordo com o responsável pela área de Logística, Lourival Rosa, devido esse incremento e urgência nas entregas dos clientes impactou diretamente a área, visto que há uma dificuldade para escoar mercadorias no Nordeste. “A frota local é defasada e há uma preferência dos caminhoneiros para trabalhos no Sul e Sudeste. Por isso, apostamos nesse novo formato de operação e aumentamos em quase 10% a produtividade nesse tipo de atividade, apenas no primeiro mês”, informou o coordenador. A operação teve início no dia 8 de fevereiro e, até o momento, considerando apenas os dias úteis, já foram 14 cargas entregues. Marcelo Melo e Robson Cardoso, integrantes da área de Logística e responsáveis pelo projeto, explicaram que esta solução para a distribuição do DTY no Nordeste começou a ser estudada no ano passado. “Pesquisamos várias possibilidades e, principalmente, o impacto financeiro dessa contratação. A nossa avaliação considerou que o investimento seria um ganho para a organização, visto que a agilidade nas entregas dialoga diretamente com a satisfação do cliente – um dos nossos principais valores", disse Marcelo. Robson completou: "Ainda podemos usar esse veículo para atender outras demandas de clientes locais de PET e PTA, caso tenhamos algum problema de disponibilidade de recursos de transporte para atendimento". LER MAIS
  • 22 de fevereiro de 2022

    Companhia monta megaoperação para desc...

    Em uma operação inédita na planta local, a companhia iniciou na primeira semana de fevereiro com o recebimento de 20 mil toneladas de PTA, que foram compradas na China para abastecer as plantas do Brasil e a Argentina. A Alpek Polyester do Brasil montou uma megaoperação para descarregar e armazenar o material em Ipojuca, que envolveu diversas áreas, a exemplo da Logística, Matérias-Primas e CBS. O Ocean Enterprise – navio contratado pela companhia - é do modelo Bulk Carrier e exibe a bandeira de Hong Kong. Quatro empresas contratadas pela unidade local e cerca de 80 pessoas trabalham nesta operação 24hs durante sete dias e meio. Das 20 mil toneladas recebidas, estima-se que três mil serão destinadas para a Argentina (Zarate) e o restante ficará em solo brasileiro. Lourival Rosa, responsável pela Logística, explicou que o carregamento garante a continuidade da produção de PET no semestre sem que ocorra redução nos volumes de produção de PET na planta de Suape. “Geramos uma grande oportunidade, inovando e diversificando a operação de recebimento do PTA (normalmente recebido em contêineres) para manter a produção sem o risco de escassez de produto”, completou o integrante. Ele reforçou ainda a localização estratégica da Alpek Polyester. “Como estamos no Porto de Suape é possível criar várias oportunidades logísticas. É possível que recebamos outro navio desse tipo no mês de Junho”, disse. Além do processo de contratação do navio e das empresas envolvidas na operação, a área de Logística atuou no monitoramento da carga e da operação que descarregou cerca de 2,6 mil toneladas de PTA por dia. Para Claudemir Sousa, um dos responsáveis pelo projeto na área, a operação no Porto de Suape é um passo importante para a companhia, visto que a Alpek Polyester já está avaliando a possibilidade de exportar PET, utilizando a mesma logística. “Até o momento, a operação apresentou diversas vantagens devido à falta de navios e containers e, por isso, estamos de olho em novas possibilidades”, entregou o integrante, que é especialista em contratos. A embarcação deixou o Porto de Dailan, na China, no final de janeiro com 30 tripulantes e chegou a Pernambuco no último dia 03 de fevereiro. As 20 mil toneladas de PTA foram distribuídas em dois porões, sendo 10 mil em cada um deles, e enviadas para três armazéns localizados do Porto de Suape: Tecom Suape (10kts), Localfrio (5kts) e SuppLog (5kts). Operação eficiente e previamente planejada – Antes do navio chegar ao Porto de Suape, em Ipojuca, houve o planejamento dessa operação, que foi coordenado pela área de Matérias-Primas e Trading. Foram três meses de trabalho com reuniões semanais online que contavam com a participação e engajamento de representantes da Logística, Tributário, CBS, PCP e da Engenharia de processos. “Apesar da compra ter sido realizada pela unidade corporativa do grupo, atuamos para obter as autorizações alfandegárias necessárias, documentação de importação adequada, esmiuçar as questões fiscais e tributárias específicas do Brasil e garantir que tudo estivesse pronto antes da chegada do PTA no Brasil”, lembrou Carina Beluco, responsável pela área de Matérias-Primas e Trading, que atua na aquisição de produtos estratégicos para a companhia. O envio do primeiro lote do PTA importado tem como destino a Dak Argentina, com o objetivo apoiá-los com incremento de seus níveis de estoque. Carina conta que para esta operação inédita foi necessário contar com regime de entrepostamento aduaneiro e isenção total dos tributos federais e estaduais, com objetivo único de exportação. “Essa foi uma experiência que vai nos ajudar a evoluir nos processos internos e nos deixa preparados para aquisições similares, já que esta modalidade se apresenta como alternativa a atual crise de escassez de container ”, disse a coordenadora, adiantando que as tratativas para uma nova aquisição já estão em curso e que a previsão de chegada do material é o início de julho, quando está programada uma parada de manutenção das plantas de PTA/PET. LER MAIS
  • 6 de janeiro de 2022

    Transporte de PET aos clientes locais é...

    A Alpek Polyester iniciou neste mês de janeiro o monitoramento do envio do PET para os clientes locais. Os caminhões silos que fazem o transporte desse produto foram equipados com câmeras e GPS, permitindo a verificação em tempo real da carga. A iniciativa visa evitar incidentes e manter a qualidade do produto entregue, sem gerar custo extra para a companhia. Todos os meses a companhia transporta em média 7 mil t de PET em 250 viagens rodoviárias para clientes do Cabo e de Ipojuca. Lourival Rosa, responsável pela Logística, explica que esse monitoramento foi incluído na renovação do contrato da empresa Aranão Transportes Rodoviários e, por isso, não gerou custo extra para a companhia. “A partir deste novo serviço que incluímos no contrato da transportadora, teremos total rastreabilidade da nossa carga de PET e, ainda, evidências importantes para possíveis não conformidades identificadas durante a operação”, completou. Além das imagens fornecidas pelos veículos, está em fase de implementação câmeras de bordo para os motoristas desses caminhões, resultando no monitoramento de todo o processo de envio. As imagens captadas ficarão armazenadas no servidor da transportadora por 60 dias. De acordo com Marcelo Melo, integrante da Logística e um dos responsáveis pelo projeto, o tempo de retenção é suficiente. “Boa parte dos nossos clientes utilizam a mercadoria no mesmo dia em que recebem. Caso seja identificada alguma não conformidade com o produto, teremos acesso as imagens, sem a necessidade de nos deslocarmos até o cliente em questão”, disse. Monitoramento para o PTA – A próxima etapa do projeto prevê a implementação do monitoramento de cargas para o PTA e também para o Ácido Acético, que um dos principais insumos do PTA. Marcelo adiantou que esses dois monitoramentos serão tratados na renovação dos contratos das duas empresas responsáveis e que os trâmites já foram iniciados. “Essa é uma questão importante que dialoga com a qualidade do produto e a produtividade das nossas equipes”, ponderou o integrante. LER MAIS
  • 6 de dezembro de 2021

    Companhia renova frota de empilhadeiras ...

    Para aumentar a segurança das equipes e reduzir o impacto ambiental, a companhia substituirá as empilhadeiras movidas a gás por máquinas elétricas até o final de dezembro. Apesar de serem adquiridas pela In-Haus, que é o nosso operador logístico, as 14 empilhadeiras foram uma exigência contratual da Logística, para elevar a produtividade de maneira sustentável. Além de prezar pelo cuidado com o meio ambiente e reforçar as questões de segurança no trabalho, os novos equipamentos da marca asiática BYD Auto permitirão a coleta de dados operacionais, o que representará um ganho de experiência para toda a companhia. As empilhadeiras elétricas são eficientes e resistentes à água. Além disso, o uso de uma única bateria de lítio e o seu carregamento rápido reduzem os custos operacionais e aumentam a produtividade. Lourival Rosa, responsável pela Logística, disse que os novos equipamentos são integrados com a “Telemetria”, tecnologia que permite a comunicação de informações de interesse do operador. “A nossa expectativa é ter dados suficientes para promover novas melhorias”, completou. Lourival reforçou ainda a importância para a companhia em manter uma frota livre de combustíveis poluentes. “Com a modernização dessa frota, teremos ainda menos emissão de CO2, uma vez que apenas três empilhadeiras a gás serão mantidas, por necessidades específicas da operação de DTY. Essa é realmente uma questão essencial para a Alpek Polyester”, explicou. As novas empilhadeiras começam na operação no início do mês de dezembro. Júlio Marricchi, integrante da Logística e um dos responsáveis pelo projeto, completou dizendo as equipes serão treinadas de forma gradual para utilizar o novo modelo e que a versão adotada pela companhia também reduz o risco de acidentes. “Nas curvas, por exemplo, a empilhadeira reduz a velocidade, mesmo que haja o comando do condutor para aumentar a velocidade”, destacou. LER MAIS
  • 6 de novembro de 2021

    Alpek Polyester apoia o Fórum Embalagem...

    A Alpek Polyester apoiou a realização e marcou presença no Fórum Embalagem & Sustentabilidade, promovido pelo Instituto das Embalagens, nos dias 27 e 28 de outubro. O objetivo do evento foi apresentar soluções de embalagens para a economia circular, reunindo líderes do segmento. Esta foi a primeira edição do Fórum, que contou com a contribuição de 17 palestrantes, abordando temas como: inovação em reciclagem, soluções cíclicas para a natureza, inovação tecnológica para um mundo mais circular, o futuro e o nosso papel, inovação em reciclagem pós-consumo nas embalagens, indústria do carbono neutro, entre outros assuntos importantes para o setor. Na ocasião, também foram apresentados cases de empresas de indústrias produtoras de embalagens, com foco nas boas práticas. A equipe do comercial esteve no evento online representada pelos integrantes Luis Bittencourt, João Nave, Eduardo Queiroz, Rodolfo William, Irineu Costa e Fernanda Belli.”É fundamental investir em modelos de negócios que fomentem a economia circular e estar atualizado sobre o que está sendo realizado no mercado é fundamental para atuarmos de maneira focada às necessidades dos nossos clientes”, afirma Bittencourt. “Além da nossa participação, tivemos muito orgulho de ter a nossa marca atrelada a uma evento desta qualidade. Apoiar a realização de fóruns como esses mostra ao mercado que a Alpek Polyester é comprometida não só com a qualidade dos produtos que oferece, mas também está preocupada com o meio ambiente”, reforça o responsável por vendas PET/PTA. Instituto das Embalagens - Fundado em 2005, o Instituto de Embalagens tem o objetivo de levar conhecimento para o setor de embalagens, visando o seu avanço e crescimento. O trabalho consiste na coordenação e realização de cursos, encontros, treinamentos e publicações técnicas. LER MAIS
  • 15 de junho de 2021

    Alpek Polyester promove adequação à L...

    A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) regulamenta – desde agosto de 2020 - qualquer atividade que envolva utilização de dados pessoais e sensíveis, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou jurídica, no território nacional ou em países onde estejam localizados essas informações. Para se adequar à legislação, a companhia mapeou os processos internos de tratamento de dados, estabeleceu um plano de ação e criou um comitê. O ponto de partida foi a criação de um grupo de trabalho, no ano passado, para traçar a estratégia das atividades relacionadas ao tema. A companhia também contratou uma consultoria jurídico para auxiliar na criação das políticas de privacidade e das normas de auditoria. Além disso, lideranças foram capacitadas e o treinamento dos demais colaboradores iniciado, afim de assegurar práticas transparentes e seguras, estabelecendo regras únicas sobre tratamento de dados pessoais, como diz a legislação. Clique aqui para conferir a Política de Privacidade Externa da Alpek Polyester LER MAIS
  • 29 de maio de 2021

    Fios de PET são doados para programa de...

    O Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) está realizando pesquisa de análise de mudanças no volume e propagação de fissuras em solo expansivo com Alpek Polyester, que destinou 45 quilos de fios de PET para a viabilização do estudo. O objetivo é descobrir uma fibra que, misturada ao solo, reduza a pressão da expansão e absorva a tração, evitando rachaduras/aberturas. A iniciativa faz parte da tese de doutorado da aluna Aline Kátia Silva, orientanda do professor Silvio Romero de Melo Ferreira, titular do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, Universidade Federal de Pernambuco. A pesquisa também tem a intenção de aproveitar o material que está sendo desenvolvido na proteção de encostas, na cobertura de aterros sanitários e na pavimentação de ruas. O estudo já utilizou cinzas de casca de arroz, fibras de coco e de pneus, mas nenhum obteve um resultado pleno. “A cinza da casca do arroz foi o nosso melhor resultado, mas a logística deixou o projeto inviável, pois a fonte dessa matéria-prima fica no interior do estado. Com a chegada dessa fibra de PET vamos começar uma nova fase de trabalho e todos os aspectos serão observados”, explicou o professor Silvio Romero, revelando que os estudos práticos acontecem na cidade do Paulista, também na Região Metropolitana do Recife. Ademilton Moreira, responsável pela Produção PET, explicou que esse fio de polímero é gerado quando as máquinas peletizadoras – Chippers - são liberadas para manutenção ou “purga” dos filtros de polímero. “O material não pode ser utilizado na fabricação no ramo alimentício, mas é aproveitado juntamente com a borra (pasta) na reciclagem para produção de vasilhames, a exemplo de baldes”, explicou. Ele disse ainda que a pesquisa conduzida pela UFPE é importante e pode até criar – no futuro- um novo tipo de destinação para esse material produzido aqui na empresa. LER MAIS
  • 14 de janeiro de 2021

    Alpek Polyester amplia portfólio global...

    A partir do primeiro trimestre de 2021, a Alpek Polyester começará a produzir uma nova resina para uso em aplicações de embalagens PET de águas, óleos comestíveis, alimentos, lácteos, cosméticos, produtos de limpeza e lâminas. Trata-se do primeiro item do portfólio global da companhia, que será produzido na planta da Alpek Polyester no Brasil, a PQS, localizada em Ipojuca (PE). Comum na América do Norte, a resina Laser+ ® E60A possui características que se assemelham às resinas atualmente oferecidas no Brasil, entretanto oferece vantagens técnicas que podem substituir as atuais resinas fornecidas no mercado interno, sendo um produto mais versátil e que permite atender uma ampla gama de aplicações. Por esta razão, o objetivo é substituir durante o próximo ano, duas das resinas atualmente produzidas no Brasil (MW e CSD) pela Laser+ ® E60A.  “A iniciativa faz parte de um processo corporativo de padronização de produtos, que tem como objetivo fornecer produtos globais e simplificar a oferta, facilitando a operação dos clientes e oferecendo maior segurança no abastecimento”, explica Felix Lavin, vice-presidente da Alpek Polyester na América do Sul e diretor do negócio no Brasil. “A iniciativa faz parte de um processo corporativo de padronização de produtos, que tem como objetivo fornecer produtos globais e simplificar a oferta, facilitando a operação dos clientes e oferecendo maior segurança no abastecimento”, explica Felix Lavin, vice-presidente da Alpek Polyester na América do Sul e diretor do negócio no Brasil. Ao longo dos anos, a Alpek Polyester desenvolveu um número significativo de produtos em seu portfólio de Resinas PET. De acordo com o diretor comercial da América do Sul, Emilio Larrañaga, agora a companhia trabalha para otimizar essa carteira oferecendo opções mais modernas que reúnem mais vantagens em um único produto. “Por se tratar de um item produzido em escala global pela Alpek Polyester, o comprador brasileiro passará a contar com maior garantia de fornecimento, uma vez que o produto também é feito em outras unidades do Grupo”, afirma. Ao longo dos anos, a Alpek Polyester desenvolveu um número significativo de produtos em seu portfólio de Resinas PET. De acordo com o diretor comercial da América do Sul, Emilio Larrañaga, agora a companhia trabalha para otimizar essa carteira oferecendo opções mais modernas que reúnem mais vantagens em um único produto. “Por se tratar de um item produzido em escala global pela Alpek Polyester, o comprador brasileiro passará a contar com maior garantia de fornecimento, uma vez que o produto também é feito em outras unidades do Grupo”, afirma. A substituição total das resinas MW e CSD pela Laser+ ® E60A obedecerá a um cronograma que será divulgado, em breve, pela PQS. No entanto, a nova resina já está disponível para testes iniciais, e adicionalmente o produto já possui a homologação para contato com alimentos perante às autoridades sanitárias do Mercosul, União Européia e Estados Unidos. A ALPEK POLYESTER – companhia pertencente ao grupo mexicano Alpek, que atua no segmento de Poliéster operando industriais nos Estados Unidos, México, Canadá, Brasil, Argentina e Reino Unido. É produtora de resina PET a nível global e a maior produtora de PTA (ácido tereftálico purificado) no continente americano. Em 2018, adquiriu no Brasil a PQS, complexo formado pela PetroquímicaSuape e pela Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (CITEPE), localizado em Ipojuca-PE, onde são produzidos o PTA, a resina PET e filamentos têxteis. LER MAIS
  • 13 de janeiro de 2021

    Aplicativo vai monitorar veículos nas o...

    A Alpek Polyester utilizará o sistema de rastreamento da transportadora GAFOR para monitorar os veículos envolvidos nas operações de PTA. A partir dessa parceria, será possível visualizar em tempo real a localização de cada caminhão, permitindo assim que os nossos clientes recebam informações atualizadas sobre a carga através do aplicativo Sascar. A torre de controle – que já está sendo testada internamente – será um diferencial logístico na entrega da programação diária da companhia. A Indorama, que será o primeiro cliente a utilizar o aplicativo, aguarda apenas adequações internas para iniciar o uso do novo sistema. De acordo com o responsável pela área de Logística Externa, Lourival Rosa, além do ganho de transparência nas operações com os clientes, a torre de controle impulsionará o nosso planejamento operacional no que diz respeito ao carregamento de veículos na Planta, reduzindo também a espera desses caminhões. O aplicativo vai ajudar no gerenciamento dos eventuais gargalos operacionais, tornando o tempo de resposta das nossas equipes mais curto e, principalmente, com um resultado mais eficiente. “A companhia não precisou investir para utilizar a torre de controle, visto que a tecnologia já tinha sido desenvolvida pela própria transportadora. “O portal já está pronto e cada operador e cliente terá uma senha para acessar. No entanto, em um segundo momento, vamos tentar unificar os sistemas. A TI já foi envolvida no processo para verificar junto à empresa essa possibilidade”, explicou. Para José Leandro, integrante da área de Logística Externa que está à frente desse processo, esse sistema é bem simples e permite que todos acessem de forma simultânea. “Os primeiros testes internos realizados na Alpek Polyester já proporcionaram uma evolução de 80% no processo operacional”, destacou o integrante. LER MAIS
  • 20 de outubro de 2020

    Alpek Polyester doa 13 mil máscaras fac...

    Em uma ação institucional da Companhia, alinhada com os princípios e valores empresariais, fornecemos quase 9 toneladas de resina PET para o projeto “Empresas do Bem”. A iniciativa teve como objetivo a fabricação e doação de 150 mil máscaras do tipo face shield em todo o Brasil. Do total de mascaras produzidas, 13 mil unidades foram destinadas a Pernambuco, sendo 10 mil para a rede pública de saúde do Estado e 3 mil para as secretarias de saúde dos municípios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, cidades que circundam nossas instalações. A Alpek tem compromisso com as pessoas e as comunidades onde atua. Além disso havia um alinhamento de nossa causa com a de alguns clientes e fornecedores. Por isso, nos orgulhamos de poder contribuir com essa iniciativa, que uniu a cadeia produtiva do plástico em benefício da sociedade, disse Félix Lavin. O primeiro lote chegou na última sexta-feira (5/6) e foi entregue na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, órgão que controla o recebimento das doações ao Estado. O material foi produzido pela Termocolor, cliente da PQS, que também aderiu ao projeto. “Quando soubemos do projeto Empresas do Bem, logo identificamos uma alta demanda por resina PET, uma das matérias-primas dessa máscara. E foi aí que apresentamos internamente o projeto”, lembra Luis Bittencourt. Segundo o representante da secretaria de desenvolvimento econômico, as parcerias com a iniciativa privada estão sendo fundamentais para as ações de enfrentamento à propagação da doença. “Em três meses de pandemia, já são quase 1 milhão de itens doados ao Estado pela iniciativa privada. Essas 10 mil máscaras serão disponibilizadas para as equipes de saúde e segurança que estão na linha de frente, cuidando da nossa população”. Empresas do Bem - Além da Alpek Polyester e da Abinfer, o projeto conta com o apoio do Grupo Astra, Basf, Braskem, Activas, Metagal, Whirlpool, Abiplast, Adirplast, Funorte, Ciesp Jundiaí, Plásticas em Revistas, Termocolor, Elásticos Especiais, Howden, Mauá Sul, BWB, Focus, Printi, Plascomcor, Portal Plástico Virtual, Rotary Club de Jundiaí, Sinplasti e Usifer. A ação reuniu um total de 26 apoiadores, entre empresas e associações, ajudando a suprir a alta demanda do momento. O projeto faz parte de uma iniciativa maior chamada de “Projeto Face Shield”, capitaneado pela Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (ABINFER), onde tudo é realizado na base da colaboração. E cada empresa fez a sua parte. LER MAIS
  • 20 de outubro de 2020

    Recorde de vendas e produção no mês d...

    Apesar das incertezas geradas pela pandemia e as alterações de comportamento do consumidor provocados pelas medidas de isolamento social, a Alpek Polyester no Brasil bateu recorde de vendas de PTA e PET no mês de agosto. Acompanhado pelo crescimento das vendas, demandado pelos clientes, a produção de PTA também atingiu nível inédito, alcançando recorde histórico desde a partida da planta. A produção de PET foi a maior desde maio/2018. Somadas, a produção de PTA, PET e DTY no mês de agosto encerrou próximo das 100.000 toneladas. O volume total de vendas de PET foi impulsionado pelo aumento nas exportações, que superou as 17.000 toneladas. O consumo doméstico de PTA cresceu em relação ao trimestre anterior, demandado pelo nosso principal cliente no Brasil. As vendas de DTY encerraram o mês com volume próximo do recorde histórico, alcançado no mês de julho (3,9 mil toneladas). Esse resultado demonstra a capacidade de realização de todas as equipes envolvidas nos processos de atendimento e satisfação dos clientes, nos processos produtivos e nos processos de apoio e suporte especializados. Todos direcionados para o alcance da excelência e criação de vantagens competitivas necessárias para a sustentabilidade do negócio. LER MAIS
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