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26.03.26
REIQ é sancionado e marca um passo histórico para a indústria química e petroquímica no Brasil
Na quinta-feira (19/03), o Vice-presidente da Alpek Polyester no Brasil, Jorge Villanueva, esteve ao lado do Presidente Lula, do Vice-presidente Geraldo Alckmin e do Ministro da Fazenda Fernando Haddad, representando a indústria química e petroquímica em um marco importante: a sanção do REIQ, lei que reduz tributos para indústria química e petroquímica amplia incentivo ao setor. O objetivo é reduzir custos de produção e garantir maior previsibilidade ao setor durante o período de transição.“A medida encerra um primeiro capítulo histórico construído ao longo do último ano. Governo e setor privado trabalharam lado a lado para desenhar uma política industrial alinhada ao que o Brasil precisa. Um passo histórico para a indústria química no Brasil. Autonomia industrial é segurança econômica!”, afirma Villanueva.
O REIQ ajuda a estimular a produção nacional, reduzir a ociosidade, preservar empregos e fortalecer a inserção do Brasil nas cadeias globais, especialmente em um cenário de tensões geopolíticas, incerteza econômica, pressão nas cadeias de suprimento e volatilidade de energia e matérias-primas. Juntos, REIQ e PRESIQ representam até R$ 18 bilhões ao longo de seis anos (2026-2031) para recuperar competitividade e destravar investimentos.
“Foi um privilégio contribuir, ao lado da ABIQUIM, de lideranças do setor e de instituições de governo, no avanço dessa agenda, com foco no que importa: resultados para o Brasil. É importante destacar e parabenizar o trabalho de Eduardo Bulgarelli e Mírcea Ferner, pelos esforços dedicados a essa agenda, que foram fundamentais para o avanço dessa importante conquista para o setor”, ressaltou Jorge.
De acordo com ele, agora, vem a fase mais importante: a execução. “Aumentar o nível de utilização das plantas, investir em expansão e modernização, e acelerar inovação e descarbonização, para que essa política se traduza em resultados concretos para o Brasil”, finaliza o CEO.
Notícias
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22 de fevereiro de 2022
Companhia monta megaoperação para desc...
Em uma operação inédita na planta local, a companhia iniciou na primeira semana de fevereiro com o recebimento de 20 mil toneladas de PTA, que foram compradas na China para abastecer as plantas do Brasil e a Argentina. A Alpek Polyester do Brasil montou uma megaoperação para descarregar e armazenar o material em Ipojuca, que envolveu diversas áreas, a exemplo da Logística, Matérias-Primas e CBS. O Ocean Enterprise – navio contratado pela companhia - é do modelo Bulk Carrier e exibe a bandeira de Hong Kong. Quatro empresas contratadas pela unidade local e cerca de 80 pessoas trabalham nesta operação 24hs durante sete dias e meio. Das 20 mil toneladas recebidas, estima-se que três mil serão destinadas para a Argentina (Zarate) e o restante ficará em solo brasileiro. Lourival Rosa, responsável pela Logística, explicou que o carregamento garante a continuidade da produção de PET no semestre sem que ocorra redução nos volumes de produção de PET na planta de Suape. “Geramos uma grande oportunidade, inovando e diversificando a operação de recebimento do PTA (normalmente recebido em contêineres) para manter a produção sem o risco de escassez de produto”, completou o integrante. Ele reforçou ainda a localização estratégica da Alpek Polyester. “Como estamos no Porto de Suape é possível criar várias oportunidades logísticas. É possível que recebamos outro navio desse tipo no mês de Junho”, disse. Além do processo de contratação do navio e das empresas envolvidas na operação, a área de Logística atuou no monitoramento da carga e da operação que descarregou cerca de 2,6 mil toneladas de PTA por dia. Para Claudemir Sousa, um dos responsáveis pelo projeto na área, a operação no Porto de Suape é um passo importante para a companhia, visto que a Alpek Polyester já está avaliando a possibilidade de exportar PET, utilizando a mesma logística. “Até o momento, a operação apresentou diversas vantagens devido à falta de navios e containers e, por isso, estamos de olho em novas possibilidades”, entregou o integrante, que é especialista em contratos. A embarcação deixou o Porto de Dailan, na China, no final de janeiro com 30 tripulantes e chegou a Pernambuco no último dia 03 de fevereiro. As 20 mil toneladas de PTA foram distribuídas em dois porões, sendo 10 mil em cada um deles, e enviadas para três armazéns localizados do Porto de Suape: Tecom Suape (10kts), Localfrio (5kts) e SuppLog (5kts). Operação eficiente e previamente planejada – Antes do navio chegar ao Porto de Suape, em Ipojuca, houve o planejamento dessa operação, que foi coordenado pela área de Matérias-Primas e Trading. Foram três meses de trabalho com reuniões semanais online que contavam com a participação e engajamento de representantes da Logística, Tributário, CBS, PCP e da Engenharia de processos. “Apesar da compra ter sido realizada pela unidade corporativa do grupo, atuamos para obter as autorizações alfandegárias necessárias, documentação de importação adequada, esmiuçar as questões fiscais e tributárias específicas do Brasil e garantir que tudo estivesse pronto antes da chegada do PTA no Brasil”, lembrou Carina Beluco, responsável pela área de Matérias-Primas e Trading, que atua na aquisição de produtos estratégicos para a companhia. O envio do primeiro lote do PTA importado tem como destino a Dak Argentina, com o objetivo apoiá-los com incremento de seus níveis de estoque. Carina conta que para esta operação inédita foi necessário contar com regime de entrepostamento aduaneiro e isenção total dos tributos federais e estaduais, com objetivo único de exportação. “Essa foi uma experiência que vai nos ajudar a evoluir nos processos internos e nos deixa preparados para aquisições similares, já que esta modalidade se apresenta como alternativa a atual crise de escassez de container ”, disse a coordenadora, adiantando que as tratativas para uma nova aquisição já estão em curso e que a previsão de chegada do material é o início de julho, quando está programada uma parada de manutenção das plantas de PTA/PET. LER MAIS
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